
Levando em conta essas considerações, percebe-se que uma dieta sem fontes animais de ferro podem trazer complicações ao indivíduo. Porém, não é
difícil suprir essa carência. O consumo controlado das fontes de ferro vegetais (como farinha de soja, feijão, lentilha, açaí, folhas verdes escuras, folha de aipim, brócolis, etc) e dos fatores estimulantes da absorção desse nutriente, obtém-se facilmente a taxa diária recomendada para um ser-humano. Vale lembrar que crianças, adolescentes, atletas e mulheres (principalmente as grávidas) necessitam de uma ingestão bem maior de ferro tendo em vista que suas células estão em desenvolvimento e/ou esforço físico intenso.

A carência de ferro no organismo (anemia ferropriva) pode gerar várias complicações. Nas crianças e adolescentes, os maiores problemas são a dificuldade de aprendizado e o possível retardo no crescimento. Nos atletas, como o esforço físico e muito grande, há necessidade de uma maior produção de hemácias para uma melhor oxigenação dos músculos trabalhados durante a atividade. Nas grávidas uma caso de anemia pode aumentar o risco de um parto prematuro. É importante frisar que os filhos de mães que sofreram de anemia, tendem a sofrer dessa situação ainda mais cedo.
O sintomas mais comuns da anemia ferropriva são: fadiga generalizada, anorexia (falta de apetite), palidez de pele e mucosas (parte interna do olho, gengivas), menor disposição para o trabalho, dificuldade de aprendizagem nas crianças, apatia (crianças muito "paradas") e sonolência.
Nenhum comentário:
Postar um comentário